Comece a pensar grande: empresária transforma seu TCC em um negócio milionário

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Comece a pensar grande: empresária transforma seu TCC em um negócio milionário

Postado em 30/08/2017


Estudante transforma seu trabalho de conclusão de curso em uma rede de clínicas de estética avançada: A Pró-Corpo.

A maioria dos estudantes, quando chega ao trabalho de conclusão de curso (TCC), quer fazer o quanto antes para se sentir livre dos estudos, sendo que, é dedicado muito tempo para ser feito esse trabalho. Mas, aproveite que vai ocupar de tanto tempo e gerar tanto suor, por que não aproveitar o momento para fazer um projeto para seus negócios?
Marisa Peraro, empreendedora desde pequena, fez com que seu TCC se tornasse uma empresa e hoje é dona da Pró-Corpo, uma rede de clínicas de estética avançada presente em três estados que faturou R$ 24 milhões em 2016.

Começou a trabalhar com 13 anos em uma locadora de vídeo. Depois foi trabalhar em uma locadora de livros, foi onde teve uma visão estratégica e comprou a locadora. Tomou conta da empresa até os 22 anos, mas não deu conta de administrar o negócio e fechou, foi ai que surgiu o interesse de cursar a faculdade de administração.
Estando na faculdade, surgiu a idéia de se investir no ramo de estética, pelo receio que as pessoas tinham em estudar este campo e resolveu fazer seu TCC em ênfase a estética.

Marisa fez de seu trabalho um plano de negócio, segundo a Folha de São Paulo, vendeu sua moto junto com seu marido e abriu sua primeira clínica da Pró-Corpo, com em média 17 mil reais de entrada, parcelando as demais dívidas. 

Trabalhou e se dedicou muito, até que, hoje já são oito unidades da clínica, sendo três em São Paulo, uma em Campinas, uma em Santos, uma em Londrina (PR) e duas no RIO, sendo que apenas uma delas é franquia, as demais são lojas próprias.

A dedicação deu resultado e, hoje, já são oito unidades da Pró-Corpo: três em São Paulo, uma em Campinas, uma em Santos, uma em Londrina (PR) e duas no Rio —sendo que apenas uma delas é franquia, as demais são lojas próprias.
O ticket médio da rede é de 1.350 reais. Isso garantiu um faturamento de dois milhões de reais no ano passado, fazendo a média de todas as unidades.

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